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sábado, 1 de novembro de 2014

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John Kerry vai se reunir com negociador-chefe da Palestina

Secretário de Estado recebe Saeb Erakat neste domingo em Washington.
Ele quer dissuadir palestinos de reivindicar fim da ocupação israelense.

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, neste sábado (13) no Cairo (Foto: AP)O secretário de Estado dos EUA, John Kerry
(Foto: AP)
     O secretário de Estado americano, John Kerry, deve propor nesta segunda-feira (3) "soluções intermediárias" ao negociador-chefe da Palestina, Saeb Erakat, na tentativa de dissuadir os palestinos de reivindicar na ONU o fim da ocupação israelense, disse uma autoridade palestina neste sábado (1º) à AFP.
Erakat chega neste domingo (2) a Washington, a convite de Kerry, que disse desejar discutir "o caminho a seguir" para fazer avançar o processo de paz entre israelenses e palestinos. As negociações se encontram estagnadas há meses.
         Segundo uma autoridade palestina em conversa com a AFP em Ramallah, na Cisjordânia ocupada, Erakat e Kerry vão tratar de "várias propostas americanas para relançar o processo de paz".
"Está claro que o governo americano quer que descartemos nosso projeto de ir ao Conselho de Segurança", completou a mesma fonte, que pediu para não ser identificada.
A última rodada de negociações entre ambas as partes naufragou em abril, ao fim de nove meses de diálogo mediado pelos EUA.
        Diante do fracasso, a liderança palestina anunciou que reivindicaria no Conselho de Segurança daONU uma data-limite para o fim da ocupação israelense nos territórios palestinos, com o objetivo de abrir caminho para um Estado palestino nas fronteiras de 1967.
Os palestinos dizem estar em meio a discussões para conseguir os nove votos necessários para a adoção desse projeto. Um veto americano, previsto pelos palestinos, poderá enterrar a ideia já em seu início.
      Segundo a fonte da AFP, Kerry e Erakat também devem tratar dos meios para "reduzir as tensões em Jerusalém" e da situação na Faixa de Gaza, depois da guerra entre o Exército israelense e o movimento Hamas.
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Ebola

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01/11/2014 21h59 - Atualizado em 01/11/2014 22h10


Ebola já infectou 13.567 pessoas e matou 4.951, segundo OMS

Número total diminuiu, pois casos suspeitos na Guiné foram descartados.
Transmissão continua intensa em Guiné, Libéria e Serra Leoa.

 Profissionais levam corpo de idoso suspeito de ter morrido de ebola em sua casa, em Siah Town, área próxima a Monróvia, na Libéria, nesta sexta-feira (31) (Foto: AP Photo/Abbas Dulleh)
Profissionais levam corpo de idoso suspeito de ter morrido de ebola em sua casa, em Siah Town, área próxima a Monróvia, na Libéria, nesta sexta-feira (31) (Foto: AP Photo/Abbas Dulleh

       A atual epidemia de ebola matou 4.951 pessoas, de um total de 13.567 infectados, de acordo com balanço divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (31). O balanço leva em conta os casos confirmados, suspeitos e prováveis registrados até o dia 29 de outubro.
O número total de casos é menor do que o divulgado no balanço anterior da OMS porque houve casos suspeitos, principalmente na Guiné, que foram descartados.
Os países com transmissão intensa da doença continuam sendo Libéria, Guiné e Serra Leoa. Também foram registrados casos no Mali, na Espanha, nos Estados Unidos, na Nigéria e no Senegal. Estes dois últimos países já foram declarados livres do vírus na semana passada.
Veja detalhes dos locais com contaminação:
Guiné: São 1667 casos, entre confirmados, prováveis e suspeitos. Ao todo, morreram 1018 pessoas.
Libéria: ASão 6.535 casos, entre confirmados, prováveis e suspeitos. Ao todo, morreram 2.413 pessoas.
Serra Leoa: Foram 5.338 casos, entre confirmados, prováveis e suspeitos. Ao todo, morreram 1.510 pessoas.
Espanha: Houve apenas um caso confirmado, o da enfermeira Teresa Romero, que já foi curada.
Estados Unidos:  Houve quatro casos da doença. Um dos pacientes morreu, um médico segue internado e duas enfermeiras foram curadas.
Mali: houve apenas um caso da doença por enquanto – uma menina de 2 anos que morreu.
Nigéria: Foram 20 casos de ebola, entre confirmados e prováveis, que levaram a 8 mortes. O país já foi declarado livre da doença.
Senegal: Houve apenas um caso da doença e o paciente se recuperou. O país já foi declarado livre da doença.
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